segunda-feira, 20 de março de 2017

Acolhimento do Padre Luís - 23 de Fevereiro de 2017


   No passado dia 23 de Fevereiro deu-se início a uma nova e importante etapa na nossa comunidade com a chegada do Padre Luís à nossa paróquia. Jovem, como nós, traz na sua bagagem um meritório trabalho na sua antiga paróquia, na ilha de São Jorge, sendo reconhecidamente um pároco cativante e afável para toda a comunidade e em especial para com os jovens. 

    Acreditamos que com a sua energia, discurso e espírito missionário conseguirá aproximar, cativar e revitalizar toda a comunidade. 

    Que o Espírito Santo o ilumine nesta nova etapa na sua vida e lhe conceda a força para nos guiar na nossa caminhada. 








 Bem vindo Padre Luís!

terça-feira, 7 de março de 2017

Semeador do mês de Março

Já se encontra disponível o Jornal da nossa Paróquia “O Semeador” referente ao mês de MARÇO* no nosso Blog ;D
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sábado, 4 de março de 2017

Visita ao Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo – 18 de Fevereiro de 2017


Foi com grande alegria que recebemos o convite da equipa de voluntários do Estabelecimento de Angra do Heroísmo para animarmos a sua Eucaristia semanal e, posteriormente, termos um momento de dinamização com as pessoas reclusas.

Foi uma nova experiência para o nosso grupo e era um dos locais de acção que despertava em nós um maior entusiasmo em visitar e trabalhar. E chegou o dia. 

Fomos rumo a Angra desconhecendo o espaço físico onde iríamos estar, os procedimentos necessários para uma visita em maior escala ao estabelecimento prisional e até os próprios voluntários que nos tinham convidado.

Chegados lá, fomos recebidos com grande entusiasmo pelos voluntários presentes, que nos explicaram detalhadamente qual era a sua missão, bem como o espaço físico que íamos percorrendo.

A Eucaristia, presidida pelo Frei Fernando Valente, foi vivida em grande escala pelas pessoas reclusas, que participaram nas leituras e cantando com grande fervor. Abordando o Evangelho e as Leituras de forma carinhosa, o Frei Fernando fez-nos reflectir nas palavras de Jesus que sempre nos diz que na Eucaristia somos todos iguais.

Após a Eucaristia convivemos com os reclusos num momento de cânticos de animação. É de salientar o grande entusiasmo, atenção e dedicação que os presentes tiveram ao longo deste momento, demonstrando muita alegria e boa disposição, mas, acima de tudo, grande louvor a Deus.

O Papa Francisco não se cansa de repetir que devemos ir junto das periferias existenciais, e uma das obras de misericórdia espirituais impele-nos precisamente a visitarmos os presos. Há falta de voluntários, há falta de quem se dedique àqueles que erraram, que caíram, mas que precisam de todos nós para se voltar a erguer. Precisam de nós, do nosso olhar de carinho e amor. Precisam que levemos Jesus a eles, dar-lhes a conhecer a Sua misericórdia.

Uma última palavra de reconhecimento e agradecimento à equipa de voluntários que nos recebeu, bem como ao Frei Fernando. O vosso trabalho é um trabalho de Deus. Obrigado pela vossa dedicação a esta missão e obrigado pela confiança no nosso grupo.

Fica a promessa de uma visita para breve!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Hora Santa do Grupo de Casais com Cristo – 08 de Fevereiro de 2017


    No início deste mês tivemos em Adoração ao Santíssimo juntamente com o Grupo de Casais da nossa Paróquia. Sob o tema diocesano para este ano pastoral, “Fazei o que Ele vos disser”, meditamos a palavra do Senhor, entoando cânticos de louvor, adorando a Hóstia Consagrada. 
    Como é bom estarmos em Comunidade a adorar Jesus Eucaristia. 

Aproveitemos estes momentos para nos fortalecermos na fé, no amor e na caridade.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Semeador do mês de Fevereiro

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017


A PALAVRA É UM DOM. O OUTRO É UM DOM.

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016)


A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

1. O OUTRO É UM DOM
A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

2. O PECADO CEGA-NOS
A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

3. A PALAVRA É UM DOM
O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.
Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.
Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. 

Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

A morte não tem a última palavra


    A morte é um “problema” que preocupa o homem desde sempre. 
    Saber o que acontece para além da morte, o que acontece com a alma, se esta, afinal, se separa do corpo ou se tudo finda com o fim do “mundo das coisas físicas”, é algo que atormenta o pensamento humano.
    Relativamente à morte, a Filosofia e a Teologia abordam a problemática da imortalidade da alma.
    A morte faz o homem pensar na vida. O homem busca a liberdade, a alegria, a felicidade. Atualmente, são muitas as formas de busca destes valores ou, até mesmo, os valores universais estão cada vez mais, do meu ponto de vista, postos em causa relativa, devido à grande “transformação” da sociedade e do mundo, em geral.
    Levamos uma vida a criar planos, projetos. Estudamos, procuramos emprego, compra de carro. Uns ca-sam, outros apenas “ficam” a ver se dá certo… compram casa, constroem família. Planeiam-se viagens, reuniões… busca-se o lazer desde a natureza aos psicadélicos espaços das “nigths”, para fugir à rotina da semana…
    Contudo, a morte tem a desgraça de quebrar todos os projetos, porque, com ela, nada levamos deste mundo. Tudo fica para trás.
    Alguns pensadores afirmam que a morte é última palavra da existência humana, sendo ela um final radi-cal. No entanto, esta tese não é compatível com os dados positivos da existência humana, visto que esta visão advém de quem se baseia numa antropologia meramente materialista, cuja existência humana se funde somente nas dimensões físicas e biológicas.
    A pessoa não é apenas um reflexo de processos naturais. Afirmar a morte radical da existência da pessoa, leva-nos a pensar, então, no sentido da vida: Se a morte tem a última palavra, que sentido tem a vida? Para quê tudo isto, se tudo termina como o sopro numa vela que fumeia e desvanece? E a questão da salvação: Que sentido tem a salvação?
    A morte não é a última palavra da existência humana. Mesmo com a morte física, há muita vida da exis-tência da pessoa. Os valores que defendeu, as causas que apoiou, a mensagem que transmitiu, o exemplo que deixou, a marca que permanece na vida de muitos, como memorial…

    Este sábado, a Igreja católica celebrou a memória de São João de Brito, nascido em Lisboa, em 1647, chamado por Deus a missionar na Índia.


O martírio de São João de Brito: 

    «As causas da morte de João de Brito devem-se ao facto de um príncipe da casa real do Maravá querer conhecer a religião cristã, sendo-lhe enviado um catequista para tal. O príncipe, que entretanto adoe-ceu, não estava a conseguir melhorar com os cuidados médicos da corte, e resolveu invocar o Deus dos cristãos. Acompanhado pelo catequista, foi-lhe lido o Evangelho de São João. Esta situação terá sido a origem da sua cura.

    O príncipe, sensibilizado pela forma como ficou curado, pediu para ser baptizado pelo Padre João de Brito. No entanto, havia o problema de ser polígamo e, de acordo com a lei da Igreja cristã, tal não era permitido. Informado, o príncipe aceitou ficar apenas com uma mulher, a primeira, não descurando as outras a quem prometeu que nada lhes faltaria, e foi baptizado. Porém, a sua mulher mais nova não gostou de ser relevada para segundo plano, e foi queixar-se ao rei do Maravá, seu tio, e aos sacerdotes. Estes, que não gostavam do Padre, pediram ao rei que chamasse o príncipe que, entretanto, se tinha convertido à religião cristã. Ao saber disto, o rei ficou furioso, mandou destruir tudo o que fosse dos cristãos, e enviou soldados para prender João de Brito, que se encontrava em Muni.

    A 8 de Janeiro de 1693, João de Brito é preso, e espancado, juntamente com um jovem e um brâmane cristão. Seguidamente, atado a um cavalo, depois de percorrer um longo caminho a pé, e de ser insulta-do pelo povo, chegam à capital a 11 de Janeiro e são colocados numa prisão apenas alimentados com uma pequena refeição de leite por dia. O príncipe tentou interceder a favor de João de Brito, mas não o conseguiu. É levado para Oriur, onde chegou no dia 31 de Janeiro. A 4 de Fevereiro, o rei manda exe-cutá-lo, por decapitação e, posteriormente, desmembrado. Depois de saberem da notícia da sua morte, os Padres dirigiram-se para o local da sua execução para recolher o restava do seu corpo e demais objectos pessoais, e mesmo a acha com que foi decapitado. Esta foi enviada para Portugal e entregue ao rei D. Pedro II. A notícia do martírio foi recebida como uma “boa-nova” dado tratar-se de alguém con-siderado “santo”. Após a morte de João de Brito, o local onde foi executado passou a ser um lugar de peregrinação. A notícia da sua morte fez aumentar o número daqueles que queriam aderir à sua religião na região de Madurai.»1 

    Trezentos e vinte e quatro anos depois do seu derradeiro testemunho de amor a Cristo e à causa da Igreja - evangelização - a sua vida continua. 
    Os santos mártires inspiram-nos à coragem e à liberdade de amar a Deus, acima de todas as coisas. O amor eterno de Deus é a vida do mundo, no qual fomos chamados a viver e, permanecidos neste amor, jamais morreremos. A nossa páscoa é uma outra forma de vida que ainda não nos foi revelada, mas é vida suficiente para afirmar que a morte não tem a última palavra na existência humana.

Seminarista Jorge Sousa

sábado, 21 de janeiro de 2017

Faz a paz e o bem


- Se fazes o bem, haverá quem se ria de ti ou pense que o fazes por interesse.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Se trabalhas por ser cada vez melhor, ganharás falsos amigos e verdadeiros inimigos.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- O bem que hoje fizeres pode não ser reconhecido e ser rapidamente esquecido.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Se és uma pessoa honesta e sincera, alguns aproveitar-se-ão de ti.
De todos os modos, faz a paz e o bem
- O que tiveres construído durante anos pode ser destruído numa noite.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Se dizes que rezas, dirão que a oração não muda o mundo.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- As pessoas necessitam de ajuda, mas se és prestável alguns aproveitar-se-ão de ti.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Um sorriso não soluciona o mal do mundo.
De todos os modos, faz a paz e o bem.

    Deste modo, seremos semeadores de paz e esta crescerá no nosso íntimo e em todos os ambientes deste nosso mundo. 

Oremos por essa paz que deverá nascer de corações novos e estender-se por toda a terra.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Semeador do mês de Janeiro

Já se encontra disponível o Jornal da nossa Paróquia “O Semeador” referente ao mês de Janeiro* no nosso Blog ;D
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domingo, 15 de janeiro de 2017

Festa de Santo Amaro - 15 de Janeiro


(imagem venerada na Igreja Paroquial da Vila das Lajes)

Oração 

Senhor nosso Deus que deste a Santo Amaro a graça de imitar fielmente a Jesus Cristo pobre e humilde, fazei que também nós, vivendo a fé na nossa vida, caminhemos para a santidade perfeita à imagem de nosso Senhor Jesus, e assim tenhamos a coragem de caminhar numa vida de amor e paz. Amém

Buscai Jesus na alegria do Evangelho


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Procissão do Menino Jesus - 8 de Janeiro de 2017


    No dia 8 de janeiro de 2017, a nossa paróquia realizou a Procissão do Menino Jesus. Pelas 15h00, a comunidade paroquial juntou-se à frente da escola da Aldeia Nova partindo em procissão até ao Centro Pastoral.
    Cada criança, jovem e adulto trouxe a sua oferta a exemplo dos Reis Magos e colocaram-na aos pés do Menino Jesus. Após houve um leilão das oferendas entre todos os presentes, tende o dinheiro angariada revertido às despesas da catequese.
    O balanço final é positivo, mas é pena a pouca adesão de ano para ano das crianças, dos pais e dos grupos/entidades religiosas da nossa comunidade.













 "Que o Menino Jesus o recompense com a sua presença no coração."

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Correr Meninos - 30 de Dezembro de 2016


    Cantando cânticos de glória por Jesus ter nascido, no dia 30 de Dezembro, aí fomos nós, visitar o menino a casa de cada membros do grupo, e comemorar o nascimento de Jesus, da melhor forma que sabemos, cantando e contagiando com a nossa alegria e boa disposição.
    Mais uma vez queremos agradecer aos nossos pais por nos terem recebido de braços abertos, e por terem esperado a nossa visita, alguns numa hora mais tardia.
    É visível no olhar dos nossos pais o orgulho e gosto que têm por os seus filhos fazerem parte do nosso grupo. Além disso, sentem-se satisfeitos e de certo modo descansados por saberem que estamos a seguir um caminho correto e digno, a transmitir a palavra de Deus aos outros, a amar a Deus e a viver os mandamentos que Jesus nos deixou.
    Jesus, nós te pedimos pelas nossas famílias, que o teu nascimento não tenha sido uma mera festividade, mas sim que tenhas vindo ao mundo, mais uma vez, para que haja amor, paz, compreensão e união no seio das nossas famílias e no mundo.
















Obrigado Jesus por mais um Natal vivido em comunhão com aqueles que nos amam.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Animação da Missa no Lar D.Pedro V – Vigília de Natal – 24 de Dezembro de 2016


    Na véspera do Natal começamos o dia com a animação da Eucaristia no Lar D. Pedro V. Neste dia em que preparamos os nossos corações para o nascimento do Deus menino nos nossos corações, começamos o dia da melhor forma dando um pouco de nós aos outros. Foi de coração cheio que entoamos os cânticos de Natal juntos daqueles que se encontram nas periferias da sociedade, longe dos seus entes queridos nesta época tão vivida em família.
    Agradecemos uma vez mais o convite e aguardamos ansiosamente a próxima visita! 

Que o menino Jesus renove a vossa fé e que 2017 venha recheado de bênçãos para todos!

sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo :)


Que no Ano Novo que se aproxima, possamos viver intensamente cada momento com muita Paz, Amor, Esperança, Alegria, União & Fé, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma bênção de Deus! 

Obrigado Senhor por todos os momentos vividos pelo grupo este ano & que o Novo Ano venha cheio de novas esperanças!