"Espírito Santo cristifica-nos e dá-nos a graça de viver em Jesus."
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Terço na Vila das Lajes - 30 de Maio de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
Reflexão sobre a Ascensão do Senhor
A Festa da Ascensão de Jesus, que hoje celebramos, sugere que, no final
do caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, a
comunhão com Deus. Sugere também que Jesus nos deixou o testemunho e que
somos nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projecto
libertador de Deus para os homens e para o mundo.
O Evangelho, Mt 28, 16-20
apresenta o encontro final de Jesus ressuscitado com os seus discípulos,
num monte da Galileia. A comunidade dos discípulos, reunida à volta de
Jesus ressuscitado, reconhece-O como o seu Senhor, adora-O e recebe
d’Ele a missão de continuar no mundo o testemunho do “Reino”.
Na primeira leitura, Actos 1, 1-11,
repete-se a mensagem essencial desta festa: Jesus, depois de ter
apresentado ao mundo o projecto do Pai, entrou na vida definitiva da
comunhão com Deus – a mesma vida que espera todos os que percorrem o
mesmo “caminho” que Jesus percorreu. Quanto aos discípulos: eles não
podem ficar a olhar para o céu, numa passividade alienante; mas têm de
ir para o meio dos homens, continuar o projecto de Jesus.
A segunda leitura, Ef 1, 17-23
convida os discípulos a terem consciência da esperança a que foram
chamados (a vida plena de comunhão com Deus). Devem caminhar ao encontro
dessa “esperança” de mãos dadas com os irmãos – membros do mesmo
“corpo” – e em comunhão com Cristo, a “cabeça” desse “corpo”. Cristo
reside no seu “corpo” que é a Igreja; e é nela que se torna, hoje,
presente no meio dos homens.
"Por entre aclamações e ao som da trombeta, ergue-Se Deus, o Senhor."
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Terço em São Brás - 29 de Maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Terço do 6º Domingo de Espírito Santo – 28 de Maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Paixão de Cristo - Abril de 2014
No dia 18 de Abril o nosso Grupo decidiu transmitir
os últimos momentos da vida de Jesus através da encenação da Paixão de
Cristo. Pelo segundo ano consecutivo o Grupo de Jovens Os Mensageiros
apresentou na Sexta-Feira Santa o resultado de algumas semanas de
ensaios e muita dedicação. A comunidade teve a oportunidade de vivenciar
a representação dos últimos momentos da vida de Jesus, nos quais
tentamos transmitir uma mensagem de amor, perdão e mansidão.
É um enorme
prazer para todos nós ter a oportunidade de tocar de alguma forma no
coração das pessoas e deixar uma pequena marca na nossa comunidade.
Nós agradecemos a todos aqueles que colaboraram na realização da peça e
esperamos ter chegado a todos os presentes através do testemunho do
amor derramado por Cristo durante a sua Paixão. Muito obrigado a todos e
que Jesus vos ajude em toda a vossa vida.
"Ele levou sobre Si as Nossas dores."
sábado, 24 de maio de 2014
Reflexão sobre o VI Domingo da Páscoa
A liturgia do 6º Domingo da Páscoa convida-nos a descobrir a presença –
discreta, mas eficaz e tranquilizadora – de Deus na caminhada histórica
da Igreja. A promessa de Jesus – “não vos deixarei órfãos” – pode ser
uma boa síntese do tema.
O Evangelho, Jo 14, 15-21
apresenta-nos parte do “testamento” de Jesus, na ceia de despedida, em
Quinta-feira Santa. Aos discípulos, inquietos e assustados, Jesus
promete o “Paráclito”: ele conduzirá a comunidade cristã em direcção à
verdade; e levá-la-á a uma comunhão cada vez mais íntima com Jesus e com
o Pai. Dessa forma, a comunidade será a “morada de Deus” no mundo e
dará testemunho da salvação que Deus quer oferecer aos homens.
A primeira leitura, Actos 8, 5-8.14-17
mostra exactamente a comunidade cristã a dar testemunho da Boa Nova de
Jesus e a ser uma presença libertadora e salvadora na vida dos homens.
Avisa, no entanto, que o Espírito só se manifestará e só actuará quando a
comunidade aceitar viver a sua fé integrada numa família universal de
irmãos, reunidos à volta do Pai e de Jesus.
A segunda leitura, 1 Pedro 3, 15-18
exorta os crentes – confrontados com a hostilidade do mundo – a terem
confiança, a darem um testemunho sereno da sua fé, a mostrarem o seu
amor a todos os homens, mesmo aos perseguidores. Cristo, que fez da sua
vida um dom de amor a todos, deve ser o modelo que os cristãos têm
sempre diante dos olhos.
"A terra inteira aclame o Senhor."
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Terço do 5º Domingo de Espírito Santo – 21 de Maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Terço do Grupo de Jovens de S.Mateus
No
dia 20 de Maio o nosso grupo deslocou-se a São Mateus para participar
no terço em Louvor do Divino Espírito Santo preparado pelo Grupo de
Jovens desta Comunidade. Foi muito bom passar aqueles momentos
com todos os grupos presentes e com toda a comunidade daquela freguesia
que tanto acarinha o seu Grupo de Jovens.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Nossa Senhora (Reflexão) - Pe. António Rocha
sábado, 17 de maio de 2014
Reflexão sobre o V Domingo da Páscoa
A liturgia deste domingo convida-nos a reflectir sobre a Igreja – a
comunidade que nasce de Jesus e cujos membros continuam o “caminho” de
Jesus, dando testemunho do projecto de Deus no mundo, na entrega a Deus e
no amor aos homens.
O Evangelho define a Igreja: é a comunidade dos discípulos que seguem o
“caminho” de Jesus – “caminho” de obediência ao Pai e de dom da vida aos
irmãos. Os que acolhem esta proposta e aceitam viver nesta dinâmica
tornam-se Homens Novos, que possuem a vida em plenitude e que integram a
família de Deus – a família do Pai, do Filho e do Espírito.
A primeira leitura apresenta-nos alguns traços que caracterizam a
“família de Deus” (Igreja): é uma comunidade santa, embora formada por
homens pecadores; é uma comunidade estruturada hierarquicamente, mas
onde o serviço da autoridade é exercido no diálogo com os irmãos; é uma
comunidade de servidores, que recebem dons de Deus e que põem esses dons
ao serviço dos irmãos; e é uma comunidade animada pelo Espírito, que
vive do Espírito e que recebe do Espírito a força de ser testemunha de
Jesus na história.
A segunda leitura também se refere à Igreja: chama-lhe “templo
espiritual”, do qual Cristo é a “pedra angular” e os cristãos “pedras
vivas”. Essa Igreja é formada por um “povo sacerdotal”, cuja missão é
oferecer a Deus o verdadeiro culto: uma vida vivida na obediência aos
planos do Pai e no amor incondicional aos irmãos.
"Esperamos, Senhor, na vossa misericórdia."
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Terço do 4º Domingo de Espírito Santo – 15 de Maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Procissão das Velas - Maio 2014
No dia 12 e 13 de Maio após as eucaristias animadas
pelo nosso Grupo e pelo grupo de Jovens Arcanjos a Imagem de Nossa
Senhora de Fátima efetuou o trajeto desde a Igreja Paroquial até à
Ermida do Cabouco e vice-versa.
É um momento de união com todos os peregrinos que naqueles dias acorrem a
Fátima celebrando a grande amor de Maria demonstrado pela nossa pátria e
pelo Mundo inteiro. Peregrinar é um convite de Deus, uma expressão de
Fé, um acto de Louvor e intercessão, um momento de conversão
(reconciliação com Deus e com os irmãos), uma manifestação de alegria e
uma resposta ao pedido de Nossa Senhora: “É preciso que se emendem; que
peçam perdão dos seus pecados e não ofendam mais a Deus que já está
muito ofendido.”
Que Nossa Senhora abençoe a todos que aceitaram o seu convite para esta
peregrinação e ilumine a todos os que ainda não se sentiram tocados por
esta mensagem de Salvação.
"Rogai por nós Santa Mãe de Deus!"
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Terço em São Brás - 9 de Maio de 2014
"Vinde, Espírito Santo Divino,
Com o dom da Fortaleza,
Faze crescer nossa fé
Com invencível firmeza."
domingo, 11 de maio de 2014
Padre António o nosso BOM PASTOR
Como vós sabeis,
hoje estamos a celebrar o dia do Bom Pastor. O Evangelho apresenta
Cristo como “o Pastor”, cuja missão é libertar o rebanho de Deus do
domínio da escravidão e levá-lo ao encontro das pastagens verdejantes
onde há vida em plenitude, ao contrário dos falsos pastores, cujo
objetivo é aproveitar-se do rebanho em benefício próprio.
O Bom Pastor é aquele que dá a vida pelas suas ovelhas, é aquele que nos orienta na vida e nos leva a seguir o caminho da santidade. Este Bom Pastor é Jesus, que deu a Sua vida por nós e que nos ama de forma incondicional e gratuita a cada dia e a cada momento. É o nosso melhor amigo.
A representá-Lo, temos, na nossa Paróquia, o Padre António que nos serve, ensina e ajuda a ser felizes e a dar continuidade à missão de Jesus Cristo.
É por isso, e hoje em especial, que o Grupo de Jovens Mensageiros, e de certo toda a comunidade, vem agradecer-lhe tudo o que ele tem feito na nossa paróquia. Já é o nosso Pastor há 12 anos. Com ele crescemos e tornamo-nos os jovens adultos que hoje somos com uma caminhada em grupo de quase 9 anos de existência. É de louvar o contínuo incentivo que ele dá aos nossos jovens, o estímulo e acompanhamento que ele dá aos nossos adultos e famílias, e a alegria e o ânimo que ele transmite aos nossos idosos.
Queremos agradecer, de uma forma especial, toda a dedicação, empenho e força que ele dá ao nosso grupo. Será sempre o nosso Pastor, que nos guia e nos torna firmes e perseverantes na fé.
O Bom Pastor é aquele que dá a vida pelas suas ovelhas, é aquele que nos orienta na vida e nos leva a seguir o caminho da santidade. Este Bom Pastor é Jesus, que deu a Sua vida por nós e que nos ama de forma incondicional e gratuita a cada dia e a cada momento. É o nosso melhor amigo.
A representá-Lo, temos, na nossa Paróquia, o Padre António que nos serve, ensina e ajuda a ser felizes e a dar continuidade à missão de Jesus Cristo.
É por isso, e hoje em especial, que o Grupo de Jovens Mensageiros, e de certo toda a comunidade, vem agradecer-lhe tudo o que ele tem feito na nossa paróquia. Já é o nosso Pastor há 12 anos. Com ele crescemos e tornamo-nos os jovens adultos que hoje somos com uma caminhada em grupo de quase 9 anos de existência. É de louvar o contínuo incentivo que ele dá aos nossos jovens, o estímulo e acompanhamento que ele dá aos nossos adultos e famílias, e a alegria e o ânimo que ele transmite aos nossos idosos.
Queremos agradecer, de uma forma especial, toda a dedicação, empenho e força que ele dá ao nosso grupo. Será sempre o nosso Pastor, que nos guia e nos torna firmes e perseverantes na fé.
Ao nosso Pároco e Pastor, o nosso Muito Obrigado!
sábado, 10 de maio de 2014
Reflexão sobre o IV Domingo da Páscoa
O 4º Domingo da Páscoa é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois
todos os anos a liturgia propõe, neste domingo, um trecho do capítulo 10
do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como “Bom
Pastor”. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus põe hoje
à nossa reflexão.
O Evangelho, Jo 10, 1-10
apresenta Cristo como “o Pastor”, cuja missão é libertar o rebanho de
Deus do domínio da escravidão e levá-lo ao encontro das pastagens
verdejantes onde há vida em plenitude (ao contrário dos falsos pastores,
cujo objectivo é só aproveitarse do rebanho em benefício próprio).
Jesus vai cumprir com amor essa missão, no respeito absoluto pela
identidade, individualidade e liberdade das ovelhas.
A segunda leitura, 1 Pedro 2, 20b-25
apresenta-nos também Cristo como “o Pastor” que guarda e conduz as suas
ovelhas. O catequista que escreve este texto insiste, sobretudo, em que
os crentes devem seguir esse “Pastor”. No contexto concreto em que a
leitura nos coloca, seguir “o Pastor” é responder à injustiça com o
amor, ao mal com o bem.
A primeira leitura, Actos 2, 14a.36-41
traça, de forma bastante completa, o percurso que Cristo, “o Pastor”,
desafia os homens a percorrer: é preciso converter-se (isto é, deixar os
esquemas de escravidão), ser baptizado (isto é, aderir a Jesus e
segui-l’O) e receber o Espírito Santo (acolher no coração a vida de Deus
e deixar-se recriar, vivificar e transformar por ela).
"O Senhor é meu pastor: nada me faltará."
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