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domingo, 2 de abril de 2017
Agenda Paroquial - Mês de Abril
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quinta-feira, 23 de março de 2017
81º Aniversário do Pe. António Rocha
No passado dia 6 de março celebrou-se o 81º aniversário de um grande amigo nosso. Como tal, em sinal do nosso carinho, admiração e reconhecimento por si, não podíamos deixar de nos deslocar até à freguesia da Feteira e cumprimentar um dos principais pilares na formação do nosso grupo.
Falamos, claro está, do Padre António Rocha, nosso guia durante quase 10 anos e grande impulsionador de movimentos paroquiais, como o comprova o trabalho desenvolvido na nossa vila, mas também na freguesia da Feteira.
Foi com grande agrado que o grupo se prestou a surpreende-lo na celebração eucarística celebrada durante o dia do seu aniversário, bem como no beberete que se seguiu. Também aí se fez notar o carinho que a sua nova paróquia já lhe dedica, sinal do trato fácil e amável com que se relaciona com os demais. Resta-nos a nós desejar-lhe toda a felicidade e força para que possa continuar a vivenciar a sua vocação tão firmemente como até hoje, permitindo continuar a cativar jovens e graúdos a viver o Evangelho.
Feliz aniversário Padre António!
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terça-feira, 21 de março de 2017
Programa da visita pastoral do Bispo D.João Lavrador
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segunda-feira, 20 de março de 2017
Acolhimento do Padre Luís - 23 de Fevereiro de 2017
No passado dia 23 de Fevereiro deu-se início a uma nova e importante etapa na nossa comunidade com a chegada do Padre Luís à nossa paróquia. Jovem, como nós, traz na sua bagagem um meritório trabalho na sua antiga paróquia, na ilha de São Jorge, sendo reconhecidamente um pároco cativante e afável para toda a comunidade e em especial para com os jovens.
Acreditamos que com a sua energia, discurso e espírito missionário conseguirá aproximar, cativar e revitalizar toda a comunidade.
Que o Espírito Santo o ilumine nesta nova etapa na sua vida e lhe conceda a força para nos guiar na nossa caminhada.
Bem vindo Padre Luís!
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terça-feira, 7 de março de 2017
Semeador do mês de Março
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sábado, 4 de março de 2017
Visita ao Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo – 18 de Fevereiro de 2017
Foi com grande alegria que recebemos o convite da equipa de voluntários do Estabelecimento de Angra do Heroísmo para animarmos a sua Eucaristia semanal e, posteriormente, termos um momento de dinamização com as pessoas reclusas.
Foi uma nova experiência para o nosso grupo e era um dos locais de acção que despertava em nós um maior entusiasmo em visitar e trabalhar. E chegou o dia.
Fomos rumo a Angra desconhecendo o espaço físico onde iríamos estar, os procedimentos necessários para uma visita em maior escala ao estabelecimento prisional e até os próprios voluntários que nos tinham convidado.
Chegados lá, fomos recebidos com grande entusiasmo pelos voluntários presentes, que nos explicaram detalhadamente qual era a sua missão, bem como o espaço físico que íamos percorrendo.
A Eucaristia, presidida pelo Frei Fernando Valente, foi vivida em grande escala pelas pessoas reclusas, que participaram nas leituras e cantando com grande fervor. Abordando o Evangelho e as Leituras de forma carinhosa, o Frei Fernando fez-nos reflectir nas palavras de Jesus que sempre nos diz que na Eucaristia somos todos iguais.
Após a Eucaristia convivemos com os reclusos num momento de cânticos de animação. É de salientar o grande entusiasmo, atenção e dedicação que os presentes tiveram ao longo deste momento, demonstrando muita alegria e boa disposição, mas, acima de tudo, grande louvor a Deus.
O Papa Francisco não se cansa de repetir que devemos ir junto das periferias existenciais, e uma das obras de misericórdia espirituais impele-nos precisamente a visitarmos os presos. Há falta de voluntários, há falta de quem se dedique àqueles que erraram, que caíram, mas que precisam de todos nós para se voltar a erguer. Precisam de nós, do nosso olhar de carinho e amor. Precisam que levemos Jesus a eles, dar-lhes a conhecer a Sua misericórdia.
Uma última palavra de reconhecimento e agradecimento à equipa de voluntários que nos recebeu, bem como ao Frei Fernando. O vosso trabalho é um trabalho de Deus. Obrigado pela vossa dedicação a esta missão e obrigado pela confiança no nosso grupo.
Fica a promessa de uma visita para breve!
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Hora Santa do Grupo de Casais com Cristo – 08 de Fevereiro de 2017
No início deste mês tivemos em Adoração ao Santíssimo juntamente com o Grupo de Casais da nossa Paróquia. Sob o tema diocesano para este ano pastoral, “Fazei o que Ele vos disser”, meditamos a palavra do Senhor, entoando cânticos de louvor, adorando a Hóstia Consagrada.
Como é bom estarmos em Comunidade a adorar Jesus Eucaristia.
Aproveitemos estes momentos para nos fortalecermos na fé, no amor e na caridade.
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domingo, 19 de fevereiro de 2017
Semeador do mês de Fevereiro
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017
A PALAVRA É UM DOM. O OUTRO É UM DOM.
Amados irmãos e irmãs!
A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016)
A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.
1. O OUTRO É UM DOM
A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.
A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).
Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.
2. O PECADO CEGA-NOS
A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).
O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.
Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).
O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.
Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).
3. A PALAVRA É UM DOM
O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).
Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.
Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.
Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).
Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.
Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados.
Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.
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domingo, 5 de fevereiro de 2017
A morte não tem a última palavra
Saber o que acontece para além da morte, o que acontece com a alma, se esta, afinal, se separa do corpo ou se tudo finda com o fim do “mundo das coisas físicas”, é algo que atormenta o pensamento humano.
Relativamente à morte, a Filosofia e a Teologia abordam a problemática da imortalidade da alma.
A morte faz o homem pensar na vida. O homem busca a liberdade, a alegria, a felicidade. Atualmente, são muitas as formas de busca destes valores ou, até mesmo, os valores universais estão cada vez mais, do meu ponto de vista, postos em causa relativa, devido à grande “transformação” da sociedade e do mundo, em geral.
Levamos uma vida a criar planos, projetos. Estudamos, procuramos emprego, compra de carro. Uns ca-sam, outros apenas “ficam” a ver se dá certo… compram casa, constroem família. Planeiam-se viagens, reuniões… busca-se o lazer desde a natureza aos psicadélicos espaços das “nigths”, para fugir à rotina da semana…
Contudo, a morte tem a desgraça de quebrar todos os projetos, porque, com ela, nada levamos deste mundo. Tudo fica para trás.
Alguns pensadores afirmam que a morte é última palavra da existência humana, sendo ela um final radi-cal. No entanto, esta tese não é compatível com os dados positivos da existência humana, visto que esta visão advém de quem se baseia numa antropologia meramente materialista, cuja existência humana se funde somente nas dimensões físicas e biológicas.
A pessoa não é apenas um reflexo de processos naturais. Afirmar a morte radical da existência da pessoa, leva-nos a pensar, então, no sentido da vida: Se a morte tem a última palavra, que sentido tem a vida? Para quê tudo isto, se tudo termina como o sopro numa vela que fumeia e desvanece? E a questão da salvação: Que sentido tem a salvação?
A morte não é a última palavra da existência humana. Mesmo com a morte física, há muita vida da exis-tência da pessoa. Os valores que defendeu, as causas que apoiou, a mensagem que transmitiu, o exemplo que deixou, a marca que permanece na vida de muitos, como memorial…
Este sábado, a Igreja católica celebrou a memória de São João de Brito, nascido em Lisboa, em 1647, chamado por Deus a missionar na Índia.
O martírio de São João de Brito:
«As causas da morte de João de Brito devem-se ao facto de um príncipe da casa real do Maravá querer conhecer a religião cristã, sendo-lhe enviado um catequista para tal. O príncipe, que entretanto adoe-ceu, não estava a conseguir melhorar com os cuidados médicos da corte, e resolveu invocar o Deus dos cristãos. Acompanhado pelo catequista, foi-lhe lido o Evangelho de São João. Esta situação terá sido a origem da sua cura.
O príncipe, sensibilizado pela forma como ficou curado, pediu para ser baptizado pelo Padre João de Brito. No entanto, havia o problema de ser polígamo e, de acordo com a lei da Igreja cristã, tal não era permitido. Informado, o príncipe aceitou ficar apenas com uma mulher, a primeira, não descurando as outras a quem prometeu que nada lhes faltaria, e foi baptizado. Porém, a sua mulher mais nova não gostou de ser relevada para segundo plano, e foi queixar-se ao rei do Maravá, seu tio, e aos sacerdotes. Estes, que não gostavam do Padre, pediram ao rei que chamasse o príncipe que, entretanto, se tinha convertido à religião cristã. Ao saber disto, o rei ficou furioso, mandou destruir tudo o que fosse dos cristãos, e enviou soldados para prender João de Brito, que se encontrava em Muni.
A 8 de Janeiro de 1693, João de Brito é preso, e espancado, juntamente com um jovem e um brâmane cristão. Seguidamente, atado a um cavalo, depois de percorrer um longo caminho a pé, e de ser insulta-do pelo povo, chegam à capital a 11 de Janeiro e são colocados numa prisão apenas alimentados com uma pequena refeição de leite por dia. O príncipe tentou interceder a favor de João de Brito, mas não o conseguiu. É levado para Oriur, onde chegou no dia 31 de Janeiro. A 4 de Fevereiro, o rei manda exe-cutá-lo, por decapitação e, posteriormente, desmembrado. Depois de saberem da notícia da sua morte, os Padres dirigiram-se para o local da sua execução para recolher o restava do seu corpo e demais objectos pessoais, e mesmo a acha com que foi decapitado. Esta foi enviada para Portugal e entregue ao rei D. Pedro II. A notícia do martírio foi recebida como uma “boa-nova” dado tratar-se de alguém con-siderado “santo”. Após a morte de João de Brito, o local onde foi executado passou a ser um lugar de peregrinação. A notícia da sua morte fez aumentar o número daqueles que queriam aderir à sua religião na região de Madurai.»1
Trezentos e vinte e quatro anos depois do seu derradeiro testemunho de amor a Cristo e à causa da Igreja - evangelização - a sua vida continua.
Os santos mártires inspiram-nos à coragem e à liberdade de amar a Deus, acima de todas as coisas. O amor eterno de Deus é a vida do mundo, no qual fomos chamados a viver e, permanecidos neste amor, jamais morreremos. A nossa páscoa é uma outra forma de vida que ainda não nos foi revelada, mas é vida suficiente para afirmar que a morte não tem a última palavra na existência humana.
Seminarista Jorge Sousa
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sábado, 21 de janeiro de 2017
Faz a paz e o bem
- Se fazes o bem, haverá quem se ria de ti ou pense que o fazes por interesse.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Se trabalhas por ser cada vez melhor, ganharás falsos amigos e verdadeiros inimigos.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- O bem que hoje fizeres pode não ser reconhecido e ser rapidamente esquecido.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Se és uma pessoa honesta e sincera, alguns aproveitar-se-ão de ti.
De todos os modos, faz a paz e o bem
- O que tiveres construído durante anos pode ser destruído numa noite.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Se dizes que rezas, dirão que a oração não muda o mundo.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- As pessoas necessitam de ajuda, mas se és prestável alguns aproveitar-se-ão de ti.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
- Um sorriso não soluciona o mal do mundo.
De todos os modos, faz a paz e o bem.
Deste modo, seremos semeadores de paz e esta crescerá no nosso íntimo e em todos os ambientes deste nosso mundo.
Oremos por essa paz que deverá nascer de corações novos e estender-se por toda a terra.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Semeador do mês de Janeiro
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domingo, 15 de janeiro de 2017
Festa de Santo Amaro - 15 de Janeiro
(imagem venerada na Igreja Paroquial da Vila das Lajes)
Oração
Senhor nosso Deus que deste a Santo
Amaro a graça de imitar fielmente a Jesus
Cristo pobre e humilde, fazei que também
nós, vivendo a fé na nossa vida,
caminhemos para a santidade perfeita à
imagem de nosso Senhor Jesus, e assim
tenhamos a coragem de caminhar numa vida
de amor e paz. Amém
Buscai Jesus na alegria do Evangelho
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Procissão do Menino Jesus - 8 de Janeiro de 2017
No dia 8 de janeiro de 2017, a nossa paróquia realizou a Procissão do Menino Jesus. Pelas 15h00, a comunidade paroquial juntou-se à frente da escola da Aldeia Nova partindo em procissão até ao Centro Pastoral.
Cada criança, jovem e adulto trouxe a sua oferta a exemplo dos Reis Magos e colocaram-na aos pés do Menino Jesus. Após houve um leilão das oferendas entre todos os presentes, tende o dinheiro angariada revertido às despesas da catequese.
O balanço final é positivo, mas é pena a pouca adesão de ano para ano das crianças, dos pais e dos grupos/entidades religiosas da nossa comunidade.
"Que o Menino Jesus o recompense com a sua presença no coração."
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Correr Meninos - 30 de Dezembro de 2016
Cantando cânticos de glória por Jesus ter nascido, no dia 30 de Dezembro, aí fomos nós, visitar o menino a casa de cada membros do grupo, e comemorar o nascimento de Jesus, da melhor forma que sabemos, cantando e contagiando com a nossa alegria e boa disposição.
Mais uma vez queremos agradecer aos nossos pais por nos terem recebido de braços abertos, e por terem esperado a nossa visita, alguns numa hora mais tardia.
É visível no olhar dos nossos pais o orgulho e gosto que têm por os seus filhos fazerem parte do nosso grupo. Além disso, sentem-se satisfeitos e de certo modo descansados por saberem que estamos a seguir um caminho correto e digno, a transmitir a palavra de Deus aos outros, a amar a Deus e a viver os mandamentos que Jesus nos deixou.
Jesus, nós te pedimos pelas nossas famílias, que o teu nascimento não tenha sido uma mera festividade, mas sim que tenhas vindo ao mundo, mais uma vez, para que haja amor, paz, compreensão e união no seio das nossas famílias e no mundo.
Obrigado Jesus por mais um Natal vivido em comunhão com aqueles que nos amam.
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